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BOMBA! Empresa contratada pela Secretaria de Estado da Saúde para gerenciar hospital de Alto Alegre e demais cidades, foi condenado no Paraná


Instituto que vai embolsar mais de R$ 11 milhões no MA foi condenado no Paraná

“A República da Mudança” do governador Flávio Dino não tem o menor critério para contratar pessoas ou empresas, quer pela nomeação livre ou concorrência pública.
Legislação Estadual não permite nomeações para cargos comissionados de fichas sujas na esfera administrativa do governo, mas os enlameados estão lá aos montes.
Um governo que se propõe mudar postura e atitudes, não pode permitir que sejam contratadas empresa que foram alvos de denúncias do Ministério Público e condenadas pela Justiça por superfaturamento e desvio de recursos.
Mas o que se tem observado desde os primeiros meses da gestão de Flávio Dino é exatamente o contrário. Um exemplo claro foi a contratação do Instituto Corpore Para o Desenvolvimento da Qualidade de Vida, uma empresa com sede no Paraná.
Após participar de certame licitatório, desde maio deste ano, foi contratada pela Secretaria de Estado da Saúde para gerenciar unidades de pronto atendimento e hospitais localizados nos municípios de Timbira, Alto Alegre do Maranhão, Coroatá, Codó, Peritoró e Timon. O contrato é de R$ 11.295.000,oo.
Se o novo governo tivesse mais cuidado em analisar a trajetória de quem vai contratar, veria que o Instituto Corpore foi denunciado pelo Ministério Público do Paraná por ato de improbidade administrativa em contrato que foi lesivo ao erário ao valor de R$ 6.539.928,24.
E mais: condenado a ressarcir ao erário valores vigentes do contrato, com juros e correções. Foi declarada ainda a irresponsabilidade do instituto por causa do desvio de finalidade na aplicação dos recursos.
Observe bem que o Corpore atua em algumas cidades como empresa de fachada, que tem de sublocar outras empresas para fazer as atividades para as quais foi contratada.
Para os serviços de Limpeza das unidades hospitalares descritas no contrato no Maranhão, o instituto teve que contratar a empresa Litucera, aquela que fazia a limpeza e comida de diversos hospitais e não pagou seus funcionários aqui em nosso Estado. Alguns foram dispensados e ainda não receberam seus direitos trabalhistas.
Abaixo trecho da ação movida pelo Ministério Público do Paraná contra o Instituto Corpore:
Doc - Instituto Corpore 3
Categoria: Notícia Geral

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