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Em favor de Michel Temer, família Sarney recorre a Bita do Barão pelo impeachment de Dilma

Interlocutores do blog informaram nesta sexta-feira(14) que aliados da família Sarney ‘desceram’ em carava rumo a Codó, cidade maranhense conhecida como a capital brasileira da umbanda. E terra de um dos pais de santo mais famosos do Maranhão, Mestre Bita do Barão de Guaré, o líder religioso que conquistou o respeito e a admiração dos seguidores da umbanda em todo o Brasil.
De acordo com a fonte do blog, os sarneysistas devem seguir até o Palácio de Iansã, onde são realizados os trabalhos do Mestre Bita em seu terreiro, sempre sob os mistérios que se revelam no ritmo dos tambores: Como ele [Barão] mesmo diz “Quando se trata de política eu sei mexer nos meus maracás”.
Aliado declarado da família Sarney, o mais temido e admirado babalorixá maranhense, que diz ter 106 anos, Bita do Barão, gosta de ser chamado de “bruxo” dos políticos.
Impeachment – Não é segredo que a abertura de um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff agrada por de mais a família Sarney no Maranhão, é claro, pelo atrelamento histórico com o correligionário vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), beneficiário do cargo de Dilma em caso de afastamento por 180 dias.
Sarney hoje é o político mais próximos de Temer. É unanime na classe política que os membros e aliados da família Sarney comemoraram  o fato do presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), autorizar a abertura do processo de impeachment. Em contraponto, o governador do Maranhão, Flávio Dino(PCdoB), mostra proximidade com a chefe do Palácio do Planalto.
Os recente fatos políticos no estado apontam para essa vertente, enquanto os aliados do clã calam-se e não dão um pio em favor da presidente, Flávio Dino  criticou o processo de impeachment aberto contra Dilma, publicou posicionamento por meio das redes sociais. “Nem o Congresso, nem o Supremo, aprovarão ideia tão disparatada”, disse.
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Peemedebistas Temer, Roseana e Sarney: Aliados históricos.
Michel Temer – O vice-presidente tem ficado frio. Não vai apoiar nem rechaçar o impeachment de Dilma. Temer deixa seus aliados costurarem o apoio para um eventual governo.  Ele tenta driblar o rótulo de oportunista, quer passar a imagem do estadista que age feito bombeiro durante o incêndio da crise.
E é bom lembrar que voltar a ocupar a principal cadeira do Palácio do Planalto é um desejo do PMDB, o que não ocorre desde o distante governo José Sarney (1985-1990).
Rubens Júnior – Outro que se posicionou foi o vice-líder do PCdoB na Câmara, deputado Rubens Pereira Júnior, aliado do governador Flávio Dino, ele ingressou com uma ação no Supremo Tribuna Federal contra a decisão do presidente da Câmara.
O ministro Celso de Mello mandou arquivar a ação. Mello decidiu que o deputado Rubens Júnior não teria legitimidade para questionar a determinação do presidente da Câmara porque não teve um direito próprio ferido e determinou o arquivamento da ação.
Blog do Domingos Costa
Categoria: Política

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