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Datafolha divulga quarta pesquisa de intenção de votos para presidente; Bolsonaro lidera Isolado com 28%

 

 

Instituto fez 8.601 entrevistas presenciais em 323 municípios. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos.

O Datafolha divulgou uma nova pesquisa de intenção de voto para presidente. O nível de confiança é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.

Jair Bolsonaro, do PSL, tinha 22% em agosto. Oscilou dentro da margem de erro para 24%; depois, teve variação positiva para 26% e agora oscilou para 28%. Com a margem de erro, tem de 26% a 30%.

Fernando Haddad, do PT, tinha 4%; depois, cresceu para 9%; na sequência, cresceu novamente para 13%. Agora, voltou a avançar para 16%. Com a margem de erro tem de 14% a 18%.

Ciro Gomes, do PDT, tinha 10%; depois, 13%; repetiu os 13%; agora, manteve os 13%. Pela margem de erro, tem de 11% a 15%.

Fernando Haddad e Ciro Gomes estão tecnicamente empatados.

Geraldo Alckmin, do PSDB, tinha 9%; depois, 10%; em seguida, oscilou para 9%; e agora, manteve os 9%. Com a margem de erro, tem de 7% a 11%.

Ciro Gomes e Geraldo Alckmin estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro.

Marina Silva, da Rede, estava com 16%. Depois, caiu para 11%; em seguida, para 8%; agora, aparece com 7%. Com a margem de erro tem de 5% a 9%.

Geraldo Alckmin e Marina Silva estão tecnicamente empatados.

Álvaro Dias, do Podemos, tinha 4%, oscilou para 3%, manteve os 3% e agora tem 3% de novo. Com a margem de erro tem de 1% a 5%.

João Amoêdo, do Novo, tinha 2%; depois, 3%; manteve os 3%; agora tem 3% novamente. Com a margem de erro tem de 1% a 5%.

Alvaro Dias e João Amoêdo estão, portanto, empatados. Eles também empatam tecnicamente com Marina Silva, no limite da margem de erro.

Henrique Meirelles, do MDB, tinha 2%; depois, 3%; manteve os 3%; agora, 2%. Com a margem de erro, tem de zero a 4%.

Meirelles está tecnicamente empatado com Alvaro Dias e João Amoêdo.

Guilherme Boulos, do PSOL, tinha 1%; depois 1% novamente; 1% de novo; e agora manteve o índice. Com a margem de erro tem de zero a 3%.

Vera Lúcia, do PSTU, tinha 1%; depois, 1% novamente; na semana passada manteve o índice; e agora, 1% de novo. Com a margem de erro, ela tem de zero a 3%.

Guilherme Boulos e Vera Lúcia estão empatados. Os dois também empatam tecnicamente com Henrique Meirelles, João Amoêdo e Alvaro Dias.

Votos em branco e nulos somavam 22%; depois, 15%; na sequência, 13%; agora, são 12%.

Não responderam ou não quiseram opinar eram 6%; depois, 7%; em seguida, 6%; e agora são 5%.

Cabo Daciolo, do Patriota, José Maria Eymael, do Democracia Cristã, e João Goulart Filho, do PPL, não pontuaram.

Rejeição
O Datafolha voltou a pesquisar a rejeição. O instituto perguntou: “Em quais desses candidatos você não votaria de jeito nenhum no primeiro turno da eleição para presidente deste ano?”. Os resultados somam mais de 100% porque os entrevistados podem citar mais de um nome.

Jair Bolsonaro aparecia com 43% de rejeição; depois, 44%; agora está com 43%.

Marina Silva tinha 29%, 30% e agora 32%.

Fernando Haddad tinha 22%; depois, 26%; agora tem 29%.

Geraldo Alckmin 24%, 25% e agora, 24%.

Ciro Gomes tinha 20%; depois, 21%; agora, 22%.

Cabo Daciolo aparecia com 19%; depois 18%; e agora com 19%.

Vera Lúcia, 19%; 19% novamente e manteve o índice.

Guilherme Boulos tinha 17%, 17% de novo e agora tem 18%.

Eymael 18%, 17% e agora 17% novamente.

Henrique Meirelles tinha 17%, manteve o índice e, de novo, tem 17%.

Alvaro Dias estava com 14%, 16% e agora está com 15%.

João Amoêdo estava com 15%; 15% novamente; e manteve o índice.

João Goulart Filho tinha 15%, depois 14% e agora 15%.

Os que disseram que rejeitam todos ou não votariam em nenhum eram 5%, depois 4% e agora 4% de novo; 2% disseram que votariam em qualquer um ou não rejeitam nenhum; depois 2% novamente; agora, 2% de novo.

Não souberam 6%, depois 5% e agora são 5% de novo.

Segundo turno
O Datafolha também pesquisou possíveis cenários de segundo turno.

Em um segundo turno com Jair Bolsonaro e Marina Silva, 42% dos entrevistados responderam que votariam em Bolsonaro; 41%, em Marina. Os dois estão tecnicamente empatados. Votos em branco ou nulo 16%; não souberam ou preferiram não opinar 2%.

Numa disputa entre Ciro Gomes e Geraldo Alckmin, 41% disseram que votariam em Ciro; 34%, em Geraldo Alckmin. Votos em branco e nulos: 22%; 2% não souberam ou não opinaram.

Se os candidatos do segundo turno fossem Geraldo Alckmin e Jair Bolsonaro, 40% disseram que votariam em Alckmin, 39% em Bolsonaro. Os dois estão tecnicamente empatados. São 19% os que votariam em branco ou nulo; 2% não souberam ou não opinaram.

No cenário de uma disputa entre Geraldo Alckmin e Marina Silva, 39% disseram que votariam em Alckmin; 36%, em Marina. Os dois estão tecnicamente empatados. Votariam em branco ou nulo 23%; 2% não souberam ou não opinaram.

Em um segundo turno com Ciro Gomes e Jair Bolsonaro, 45% responderam que votariam em Ciro; 39%, em Bolsonaro. Em branco ou nulo, 14%; não souberam ou preferiram não opinar 2%.

Numa disputa entre Geraldo Alckmin e Fernando Haddad, 39% disseram que votariam em Alckmin e 35% em Fernando Haddad. Os dois estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro. Votos em branco e nulos são 24%; 3% não souberam ou não opinaram.

Se os candidatos do segundo turno fossem Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, 41% disseram que votariam em Bolsonaro e 41%, em Haddad. Os dois candidatos estão, portanto, empatados. Votariam em branco ou nulo 15% e 2% não souberam ou não opinaram.

No cenário de uma disputa de segundo turno entre Marina Silva e Fernando Haddad, 37% disseram que votariam em Marina e 37% em Haddad. Eles estão, portanto, empatados. Votariam em branco ou nulo 24% e 2% não souberam ou não opinaram.

Numa disputa entre Ciro Gomes e Marina Silva, 45% disseram que votariam em Ciro e 31% em Marina. Votos em brancos e nulos são 22%; 2% não souberam ou não opinaram.

Se os candidatos do segundo turno fossem Ciro Gomes e Fernando Haddad, 42% disseram que votariam em Ciro, 31%, em Haddad, 25% votariam em branco ou nulo e 3% não souberam ou não opinaram.

O Datafolha fez 8.601 entrevistas presenciais na terça-feira (18) e na quarta-feira (19), em 323 municípios. A pesquisa, contratada pela “Folha de S. Paulo” e pela TV Globo.

Categoria: Notícia Geral

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