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Aumenta a procura pelos serviços de rastreamento de veículos em Alto Alegre do Maranhão.

Não é nenhuma novidade que os índices de furtos e roubos de veículos, principalmente motocicletas tem assustado os moradores em Alto Alegre e região.
É por isso que um dos grandes desafios para quem tem um veículo é justamente proteger o seu patrimônio, principalmente em locais que esses crimes acontecem com frequência.
Como consequência disso, é cada vez maior o número de pessoas que procuram os serviços de empresas especializadas em rastreamento veicular, atualmente uma tecnologia eficiente e necessária.

Em Alto Alegre do Maranhão, os proprietários de veículos podem contar com esses serviços através da *RASTREK- RASTREAMENTO E MONITORAMENTO VEICULAR 24h VIA SATÉLITE* uma empresa que trabalha justamente na proteção 24 horas por dia do seu carro e da sua moto.
Com a *RASTREK* seu veículo é rastreado durante todo o dia, com a garantia de localização e bloqueio do seu carro ou moto em caso de roubo ou furto.
A *RASTREK* está localizada na Rua do Comércio, em frente a Igreja Assembleia de Deus, no centro de Alto Alegre do Maranhão.

Você pode entrar em contato pelo nosso Whatsapp *(99)98856-7706* e obter todas as informações para buscar essa proteção veicular.

Pesquisa Escutec: Dr. Humberto aparece na frente em Pedreiras

O Instituto Escutec traz pesquisa de intenção de voto em Pedreiras. Por lá, lidera a corrida eleitoral o candidato Dr. Humberto. Ele aparece na pesquisa estimulada com 36% dos votos. O levantamento, que tem registro na Justiça Eleitoral com o número MA 04559/2020, ouviu 400 eleitores nos dias 16 a 18 de outubro. O intervalo de confiança é de 90% e a margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos. No cenário estimulado, aparece em primeiro o candidato Dr. Humberto com 36%. Ele é seguido por Vanessa Maia que tem 26%. Ela está empatada tecnicamente com o atual prefeito de Pedreira, Antônio França, que tem 25% das intenções de votos. Alexandre Assaiante obteve na pesquisa 6%, Pastor Odaias tem 2% e Dr. Walterby obteve 1%.
Já na pesquisa espontânea, Dr. Humberto obteve 31% da opinião dos entrevistados contra 25% de Vanessa Maia. Antônio França tem 24%, Alexandre Assaiante, 4%, e Pastor Odaias, 2%. Sobre a perspectiva de vitória, 30% dos eleitores disseram que ganhará o pleito Dr. Humberto. Outros 27% acreditam que a vitória será de Antônio França e 21% dizem que vencerá o pleito Vanessa Maia. A vitória de Alexandre Assaiante é considerada por 2% dos entrevistados e 1% disse que ganhará a eleição Pastor Odaias. Não sabe ou não respondeu somaram 19%.
Em relação à rejeição, o atual prefeito Antônio França tem 49% de rejeição. Já 17% afirmaram que não votam de forma alguma em Vanessa Maia. Outros 12% garantem que não votam em Dr. Humberto e 8% em Alexandre Assaiante. Em Pastor Odaias disseram que não votam 7% dos entrevistados e em Dr. Walterby, 3%. Nenhum dos candidatos foi a opção de 1% dos ouvidos e não sabe ou não respondeu somaram 3%.
A mudança de voto até dia 15 de novembro é considerada possível por 7% dos entrevistados. Já 91% dos eleitores afirmaram que não mudarão de voto. Não sabe ou não respondeu somaram 2%. Já em relação ao comparecimento para votar no dia das eleições, 5% disseram que podem não ir votar devido à pandemia da Covid-19. Outros 92% garantem que irão votar em 15 de novembro. Não sabe ou não respondeu somaram 3%.

Em Pedreiras, Dr. Humberto inaugura comitê com grande apoio popular

Na noite desta terça-feira, 20, o município de Pedreiras-MA consolidou em um grande ato político o apoio à candidatura de Dr. Humberto (PSC).

A inauguração do comitê do candidato contou com a presença da população que contagiou as ruas do centro da cidade em um grande bandeiraço, mostrando a força popular do grupo e a vontade do povo por mudança.

A chapa conta também com a participação da líder política, Priscila Louro como vice-prefeita.

O favoritismo de Dr. Humberto tem sido destaque entre os eleitores da região. É o que comprova o Instituto Escutec, confirmando a vitória do candidato como prefeito de Pedreiras.

STF CONFIRMA! ELEITOR NÃO SERÁ IMPEDIDO DE VOTAR CASO NÃO TENHA O TÍTULO

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou, por unanimidade, que o eleitor não pode ser impedido de votar caso não tenha em mãos o título de eleitor, sendo obrigatória somente a apresentação de documento oficial com foto.

Com a decisão, os ministros do Supremo tornaram definitiva uma decisão liminar concedida pelo plenário às vésperas da eleição geral de 2010, a pedido do PT. O julgamento de mérito foi encerrado ontem (19) à noite no plenário virtual, ambiente digital em que os ministros têm um prazo, em geral, de uma semana, para votar por escrito.

Em uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI), o PT havia questionado a validade de dispositivos da minirreforma eleitoral de 2009 (Lei 12.034), que introduziu na Lei das Eleições (Lei 9.504/1997) a exigência de apresentação do título de eleitor como condição para votar.

Os ministros entenderam, agora de modo definitivo, que exigir que o eleitor carregue o título de eleitor como condição para votar não tem efeito prático para evitar fraudes, uma vez que o documento não tem foto, e constitui “óbice desnecessário ao exercício do voto pelo eleitor, direito fundamental estruturante da democracia”, conforme escreveu em seu voto a relatora ministra Rosa Weber.

A ministra acrescentou que a utilização da identificação por biometria, que vem sendo implementada nos últimos anos pela Justiça Eleitoral, reduziu o risco de fraudes, embora a identificação por documento com foto ainda seja necessária como segundo recurso.

Ela destacou também que, desde 2018, o eleitor tem também a opção de atrelar uma foto a seu registro eleitoral no aplicativo e-Título, e utilizar a ferramenta para identificar-se na hora de votar, o que esvaziou ainda mais a utilidade de se exigir o título de eleitor em papel.

“O enfoque deve ser direcionado, portanto, ao eleitor como protagonista do processo eleitoral e verdadeiro detentor do poder democrático, de modo que a ele não devem, em princípio, ser impostas limitações senão aquelas estritamente necessárias a assegurar a autenticidade do voto”, escreveu Rosa Weber, que foi acompanhada integralmente pelos demais ministros.

Com seu carisma, Vinicius Louro conquista admiração do povo e desponta como favorito em Trizidela do Vale

Corajoso, destemido, educado e carismático, o candidato a prefeito de Trizidela do vale, deputado estadual Vinicius Louro (PL), conquistou de vez o coração do povo trizidelense.

“Gosto dele, é educado, sabe conversar, nos trata muito bem e admiro a sua coragem de enfrentar um grupo político que está há anos no poder, para nós, ele representa o nosso sentimento de renovação”, revelou a amiga Dona Rosa, que recebeu carinhosamente Vinicius e sua comitiva para uma conversa em sua residência, no Povoado Matões, na noite desta terça-feira (20).

O povo de Trizidela do Vale encara com muita admiração a coragem e a vontade do jovem candidato Vinicius Louro em colocar o seu nome na disputa das eleições no município em que foi vice-prefeito e teve a maioria dos votos em duas eleições para deputado estadual. Como parlamentar, os moradores reconhecem o seu trabalho pela cidade.

É por isso que em cada palestra, cada visita, o seu grande diferencial tem sido ouvir a população, Vinicius Louro tem humildade para ouvir a voz da experiência dos moradores, e demonstra como poucos, mesmo sendo jovem, a sua grande capacidade de resolver os problemas daqueles que mais necessitam de políticas públicas. A população sente essa confiança!

Engana-se quem acha que as eleições em Trizidela do Vale estão definidas, aliás, assim achavam. Por razões “diversas” e vigarismo político, a população tem dito que vota em quem oferece “dinheiro momentâneo”, mas o povo quer mesmo um futuro de emprego e oportunidades, sem a comum famosa humilhação de um gestor que humilha, antes de ajudar quem precisa.

Contrato de R$ 6,7 milhões da Prefeitura de Codó é alvo de investigação por fraude

A 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Codó instaurou um inquérito para apurar indícios de fraude em uma licitação de combustível da Prefeitura de Codó, administrada por Francisco Nagib.

A investigação está sob a responsabilidade do promotor de Justiça Carlos Augusto Soares.

Segundo o documento obtido pelo Blog do Neto Ferreira, estava tramitando na Promotoria de Codó Notícia de Fato SIMP 001017-259/2020, cujo objetivo era apurar supostas práticas de má aplicação de recursos públicos, de corrupção ou até improbidade administrativa, no âmbito da Prefeitura codoense, no processo de licitação pública que visou a contratação de fornecimento de combustível que envolve o Posto Minas, que tem como razão social: K Louis Albuquerk.

A reportagem apurou que o contrato firmado entre a empresa e a gestão de Nagib girou em torno de R$ 6,7 milhões.

Em razão da necessidade do aprofundamento das investigações sobre as irregularidades, o Parquet converteu a Notícia de Fato em Inquérito Civil.

Entre os principais pontos que serão analisados na contratação, estão o possível direcionamento da licitação e o sobrepreço.

IMAGEM DA SEMANA: arrastão do 12 consagra vitória de Paula Noleto para prefeita de Alto Alegre no próximo dia 15

No último dia 12, Alto Alegre parou para realizar o maior arrastão da história no município. O ato de apoio a candidata de Paula Noleto reuniu uma grande multidão que percorreu as principais ruas e avenidas da cidade, mostrando força máxima da candidata, que é apoiada pelo prefeito Maninho, o maior líder político de alto Alegre, um dos prefeitos mais bem avaliados do estado, motivo que torna ainda mais forte a candidatura de Paula e de seu candidato a vice-prefeito Adriano Oliver, rumo a vitória no próximo dia 15.

Monção: ex-prefeito é condenado a devolver R$ 2 milhões ao Município

Uma sentença proferida pelo Poder Judiciário em Monção condenou o ex-prefeito José Henrique Silva a devolver, como forma de ressarcimento ao erário, o valor de R$ 2.099,548,94. Essa quantia deverá ser paga, solidariamente, com a ex-secretária de Educação Raimunda Bonifácia. Os requeridos foram condenados, ainda, ao pagamento de multa de igual valor, a ser paga também de forma solidaria, bem como tiveram suspensos os direitos políticos pelo período de 06 (seis) anos. Os dois eram réus em ação civil de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público, acusados de causarem danos ao erário, mediante pagamento de despesas indevidas e sem procedimento licitatório. A multa civil será revertida em favor do Município de Monção.

Relata o Ministério Público que, conforme Relatório de Informações Técnicas anexado ao processo, que os demandados praticaram atos que causaram dano ao erário. Ele, enquanto ex-gestor do Município, e ela enquanto Secretária Municipal de Educação. Sustenta o MP que os demandados realizaram despesas sem o procedimento licitatório, bem como comprovadas por notas fiscais desacompanhadas de DANFOP (Documento de Autenticação de Nota Fiscal para Órgão Público). Enfatizou, também, que os demandados deixaram de recolher valor referente a título de impostos sobre serviço de qualquer natureza. A Justiça, de forma interlocutória, deferiu liminar de indisponibilidade de bens dos requeridos que, embora notificados, não apresentaram defesa prévia.

Posteriormente, os requeridos apresentaram contestação alegando ausência de prejuízo ao erário, bem como ausência de indícios de dilapidação patrimonial a justificar o bloqueio de bens. “Percebe-se, inicialmente, que houve prescrição em relação à prática de improbidade administrativa, portanto, a presente merece ser extinta sem julgamento do mérito, contudo, sabe-se que a ação de ressarcimento por dano ao erário é imprescritível, nos moldes de artigo da Constituição da República”, iniciou a Justiça na fundamentação, frisando que em relação à impropriedade da via eleita, a parte ré não apresentou fundamentação e nem provas que justificasse tal alegação, não merecendo prosperar o referido argumento.

FUNDAMENTAÇÃO

“Ressalte-se também que os demandados deixaram de recolher valor, referente a título de impostos sobre serviço de qualquer natureza (…) Convém ressaltar que a improbidade administrativa é um dos maiores males envolvendo a máquina administrativa de nosso país e um dos aspectos negativos da má administração que mais justificam a implementação de um maior controle social. A expressão designa, tecnicamente, a chamada corrupção administrativa, que, sob diversas formas, promove o desvirtuamento da administração pública e de seus preceitos basilares de moralidade, legalidade e impessoalidade, ferindo de morte os princípios da Carta Republicana”, destaca a sentença.

O Judiciário também entendeu ser incabível a condenação dos requeridos pelo ato de enriquecimento ilícito, visto que é necessária a comprovação da efetiva ocorrência de evolução ou vantagem patrimonial, bem como que se tal acréscimo patrimonial possui relação direta com a apropriação dos recursos públicos. “Sobre a realização de despesas sem procedimento licitatório, no que tange às despesas realizadas sem a efetiva comprovação de sua existência, percebe-se: Conforme consta no Relatório de Informações Técnicas anexado ao processo, as requeridas realizaram despesas que totalizaram R$ 2.099,548,94 sem a devida comprovação de que as mesmas efetivamente ocorreram”, pontua a sentença.

Para a Justiça, é dever do gestor comprovar a materialização dos custos realizados, principalmente quando o montante realizado é vultoso, o que não foi feito neste processo. Sendo assim, constato o efetivo dano ao erário na medida em que a quantia acima referida saiu dos cofres públicos sem que fosse comprovado que os serviços tenham sido realmente prestados”, analisou, citando jurisprudência do Tribunal Regional Federal da 1ª Região em considerar ato que causa dano ao erário a realização de despesas sem a comprovação de sua efetiva existência. A sentença ressalta que a conduta do promovido já seria, por si só, grave, pois trata de hipótese que resulta em desrespeito aos princípios da Administração Pública.

“Assim, utilizando o princípio da proporcionalidade e tratando-se de hipótese contida nos artigos 10 e 11 da Lei de Improbidade Administrativa, parece justo a aplicação das penas de ressarcimento integral do dano, suspensão dos direitos políticos acima do mínimo cominado, ou seja, por 06 (seis) anos, pagamento de multa civil correspondente ao valor do dano causado ao erário; proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de 05 (cinco) anos, bem como a condenação à perda da função pública que os requeridos estejam ocupando ao tempo do trânsito em julgado da presente demanda”, concluiu a Justiça.

COROATÁ: Luís da Amovelar Filho realiza o maior arrastão da história

O prefeito de Coroatá e candidato à reeleição Luís da Amovelar Filho (PT) mostrou, mais uma vez, que goza de enorme força política e popular durante o último “arrastão do 13”, realizado no último sábado (10) em Coroatá.

O ato político, que recebeu mensagens do senador Weverton Rocha, foi sem dúvida o maior arrastão da história de Coroatá, reunindo uma verdadeira multidão pelas ruas de Coroatá, e comprovando o que dizem as pesquisas: Luís da Amovelar Filho está na liderança e deve conquistar a reeleição no dia 15 de novembro.

“Sou muito grato a todos e a todas que nos acompanham em nossos atos por Coroatá. Essa é a prova de que o nosso povo reconhece o nosso trabalho e quer que Coroatá continue se desenvolvendo. Vamos honrar, mais uma vez, essa confiança”, afirmou o prefeito Luís da Amovelar Filho.

Oposição assustada

O grande ato protagonizado pelo prefeito Luís da Amovelar Filho fez com que a oposição ligasse o sinal de alerta. Num grupo de apoiadores do ex-deputado Ricardo Murad, que também é candidato a prefeito, integrantes mostraram verdadeiro pavor com a multidão que compareceu ao arrastão do 13.

“Tinha gente demais! Acho que nunca vi um arrastão tão grande assim. Ódio desse prefeito”, lamentou um dos integrantes.

Murad e Edimar Franco, os dois principais adversários de Luís da Amovelar Filho, apressaram-se em colocar carros de som por Coroatá anunciando seus próprios arrastões, numa tentativa de mostrar que também podem movimentar multidões. Nos bastidores, no entanto, ambos os grupos temem não conseguirem repetir o êxito do arrastão do 13.

Ex-prefeito de Monção é obrigado a devolver mais de R$ 2 milhões aos cofres públicos

Uma sentença proferida pelo Poder Judiciário em Monção condenou o ex-prefeito José Henrique Silva a devolver, como forma de ressarcimento ao erário, o valor de R$ 2.099,548,94.

Essa quantia deverá ser paga, solidariamente, com a ex-secretária de Educação Raimunda Bonifácia.

Os requeridos foram condenados, ainda, ao pagamento de multa de igual valor, a ser paga também de forma solidaria, bem como tiveram suspensos os direitos políticos pelo período de 06 (seis) anos. Os dois eram réus em ação civil de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público, acusados de causarem danos ao erário, mediante pagamento de despesas indevidas e sem procedimento licitatório.

A multa civil será revertida em favor do Município de Monção.

Relata o Ministério Público que, conforme Relatório de Informações Técnicas anexado ao processo, que os demandados praticaram atos que causaram dano ao erário. Ele, enquanto ex-gestor do Município, e ela enquanto Secretária Municipal de Educação. Sustenta o MP que os demandados realizaram despesas sem o procedimento licitatório, bem como comprovadas por notas fiscais desacompanhadas de DANFOP (Documento de Autenticação de Nota Fiscal para Órgão Público). Enfatizou, também, que os demandados deixaram de recolher valor referente a título de impostos sobre serviço de qualquer natureza. A Justiça, de forma interlocutória, deferiu liminar de indisponibilidade de bens dos requeridos que, embora notificados, não apresentaram defesa prévia.

Para a Justiça, é dever do gestor comprovar a materialização dos custos realizados, principalmente quando o montante realizado é vultoso, o que não foi feito neste processo. Sendo assim, constato o efetivo dano ao erário na medida em que a quantia acima referida saiu dos cofres públicos sem que fosse comprovado que os serviços tenham sido realmente prestados”, analisou, citando jurisprudência do Tribunal Regional Federal da 1ª Região em considerar ato que causa dano ao erário a realização de despesas sem a comprovação de sua efetiva existência.

A sentença ressalta que a conduta do promovido já seria, por si só, grave, pois trata de hipótese que resulta em desrespeito aos princípios da Administração Pública.